Me casei aos vinte anos com o cara que eu acreditava ser o homem da minha vida. Não deu certo.
Foram três longos anos casados e assim que meu filho nasceu nos separamos por causa de uma traição da parte dele. Baqueei, achei que nunca mais amaria de novo. Me dediquei ao meu bebê e logo superei a separação.
Foi ai que ele apareceu. Um amor avassalador. Irracional. Incondicional. À primeira vista.
Esse foi o "grande amor da minha vida". Foram cinco anos e meio de companheirismo, cumplicidade e muito muito amor. Digo tudo isso por mim. Ele eu não sei ao certo, não posso falar o que signifiquei pra ele.
Coisas acontecem num relacionamento. Coisas boas e coisas ruins. Somos Humanos afinal.
Um grande amor também traz grandes mágoas, grandes expectativas, grandes ilusões.
Tenho um bom senso de realidade, mesmo assim, confio demais nas pessoas.
Nenhum dos meus ex poderia se queixar de eu ser ciumenta, pegajosa, histérica. Sempre soube que ninguém é de ninguém. Sempre deixava a porta da gaiola aberta e dizia 'Vai!'. Sua consciência é seu guia.
Ele foi absolutamente especial pra mim. Mas como diz o grande poeta, tudo na vida tem que ter começo, meio e fim.
Eu me entreguei de corpo e alma e sofri. Não me envergonho disso. Acho muito digno reconhecermos nossas fraquezas. Só o que quero é alguém que se entregue assim pra mim também: de corpo e alma. Alguém que seja totalmente meu. Não sou uma mulher pela metade e quero alguém inteiro também.
Demoro tomar um decisão, mas quando tomo, sou obstinada, não desisto fácil.
Ele sabe quem eu sou... Me conhece bem. Ele sabe o que eu quero. Ele sabe como me fazer feliz.
A questão é: será que ele se importa? O que ele quer, afinal?
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